
UMA LIÇÃO DE AMOR
domingo, 11 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Li algo muito bonito...
sábado, 3 de julho de 2010
Ipês sussuram que já é hora!

Ipês sussuram que já é hora!
Ipês me dizem o quanto é tempo!
Tempo de olhar as flores,
sentir e admirar
o quao belo é!
Ahh!
Vida sem beleza...
para aqueles que nao enxergam as flores,
os pássaros...
as folhas pelo caminho tem muito a nos dizer.
Vento,
vento
ventania....
onde voce se esconde??
Quisera eu descobrir seu lar!
Como pode?
Alguem passar pela vida
sem andar de mãos dadas com o vento..
sem deitar numa grama,
sem cheirar o ar??
Vidaa!!!
Eu amo a vida!
sexta-feira, 2 de julho de 2010

Que consigamos fazer isso sempre, em todos os terromotos, furacões, tempestades e fracassos eventuais de nossa vidas.
TERREMOTOS Dizem que passado o terremoto de Lisboa (1755), o Rei perguntou ao General o que se havia de fazer. Ele respondeu ao Rei: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. Essa resposta simples, franca e direta tem muito a nos ensinar. Muitas vezes temos em nossa vida 'terremotos' avassaladores, o que fazer? Exatamente o que disse o General: 'Sepultar os mortos, cuidar dos vivos e fechar os portos'. E o que isso quer dizer para a nossa vida? Sepultar os mortos significa que não adianta ficar reclamando e chorando o passado. É preciso 'sepultar' o passado. Colocá-lo debaixo da terra. Isso significa 'esquecer' o passado. Enterrar os mortos. Cuidar dos vivos significa que, depois de enterrar o passado, em seguida temos que cuidar do presente. Cuidar do que ficou vivo. Cuidar do que sobrou. Cuidar do que realmente existe. Fazer o que tiver que ser feito para salvar o que restou do terremoto. Fechar os portos significa não deixar as 'portas' abertas para que novos problemas possam surgir ou 'vir de fora' enquanto estamos cuidando e salvando o que restou do terremoto de nossa vida. Significa concentrar-se na reconstrução, no novo. É assim que a história nos ensina. Por isso a história é 'a mestra da vida'. Portanto, quando você enfrentar um terremoto, não se esqueça: enterre os mortos, cuide dos vivos e feche os portos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Foi concebida!
Assim aconteceu...
uma fusão de um abecedário inteirinho...
um lacre para que as letras não se soltassem,
mas,
em vão!
As letras saíam...
uma a uma...fundiam-se uma a uma,
formavam palavras...
imensas,
curtas,
emendavam-se apaixonadamente
e, desfilavam sob humildes paginas em branco...
dormiam em gavetas, umas sobre as outras.
Certo dia,
a poeira voou,
as letras acordaram e,
o palco estava montado!
A dança começava...
sapateados sob vírgulas,
travessões esbravejavam, afinal,
não estavam mais na pauta!
Reticencias se aglomeravam,numa euforia sem fim...
Exclamações, interrogações,
todos queriam espaço.
Luzes, camera, ação!
Lá estavam elas...
letras,unidas por uma louca e irresistível vontade de falar.
De repente...
simplesmente...
um estrondo!
Era o trema furioso!
Debates a parte, lá estavam todos!
Palavras e palavras,
balbúrdia de Babel!
Enfim...sobe ao palco,
Dona Gramática!
Cansada,porém, austera!
E num discurso breve,
deixa cair, inadvertidamente,
seus óculos...
uma lágrima escorre,
então...
cordialmente,
um senhor se aproxima...
envolve Dona Gramática,e,
sob convulsivos aplausos,
Sr.Travessão se despede...
Luzes se apagam,
letras se calam
e o lacre enfim, vibra!
Assim, tristemente,
Dona Gramática se vai...
e nós...
expectadores letrados,
jazemos no mar de interrogações e buscamos soluções para tantas indagações...
Por favor...
muita calma nessas horas!
Assim aconteceu...
uma fusão de um abecedário inteirinho...
um lacre para que as letras não se soltassem,
mas,
em vão!
As letras saíam...
uma a uma...fundiam-se uma a uma,
formavam palavras...
imensas,
curtas,
emendavam-se apaixonadamente
e, desfilavam sob humildes paginas em branco...
dormiam em gavetas, umas sobre as outras.
Certo dia,
a poeira voou,
as letras acordaram e,
o palco estava montado!
A dança começava...
sapateados sob vírgulas,
travessões esbravejavam, afinal,
não estavam mais na pauta!
Reticencias se aglomeravam,numa euforia sem fim...
Exclamações, interrogações,
todos queriam espaço.
Luzes, camera, ação!
Lá estavam elas...
letras,unidas por uma louca e irresistível vontade de falar.
De repente...
simplesmente...
um estrondo!
Era o trema furioso!
Debates a parte, lá estavam todos!
Palavras e palavras,
balbúrdia de Babel!
Enfim...sobe ao palco,
Dona Gramática!
Cansada,porém, austera!
E num discurso breve,
deixa cair, inadvertidamente,
seus óculos...
uma lágrima escorre,
então...
cordialmente,
um senhor se aproxima...
envolve Dona Gramática,e,
sob convulsivos aplausos,
Sr.Travessão se despede...
Luzes se apagam,
letras se calam
e o lacre enfim, vibra!
Assim, tristemente,
Dona Gramática se vai...
e nós...
expectadores letrados,
jazemos no mar de interrogações e buscamos soluções para tantas indagações...
Por favor...
muita calma nessas horas!
Assinar:
Postagens (Atom)

